domingo, 1 de novembro de 2026
Atenção: Armazém Paraíba estará de portas fechadas neste feriado de Finados
sábado, 31 de outubro de 2026
Fiepi celebra Dia do Professor com homenagem especial na Lagoa do Portinho
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (Fiepi), Zé Filho, promoveu na sexta-feira (30), uma bela homenagem em reconhecimento ao trabalho e ao legado dos profissionais da educação da Rede de Ensino SESI.
A celebração, em alusão ao Mês do Professor, reuniu diretores e professores no restaurante O Luís, na Lagoa do Portinho, em uma noite marcada por emoção, animação e confraternização.
A festa contou com a musicalidade do cantor Filho Sanfoneiro, que embalou os homenageados e convidados com o melhor do forró pé de serra, ritmo típico do Nordeste.
O ambiente foi todo preparado pela gourmet Rita Holanda, que decorou os salões com tons em neon, verde e arranjos florais, dando um toque de elegância à recepção. Rita, como sempre, também deu um show no buffet, com o cardápio especial do restaurante O Luís.
Representando a diretoria da entidade, a Diretora de Educação Profissional do SESI, Sandra Ataíde, e a Coordenadora de Educação do SESI, Kátia Luz, destacaram o belo trabalho que o presidente Zé Filho vem desenvolvendo na educação, por meio da Rede de Ensino SESI, e a importância de valorizar quem forma gerações.
sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Fiepi marca presença na abertura da Peagro Smmit 2026, em Teresina
quinta-feira, 29 de outubro de 2026
Diagnóstico de câncer: como cuidar da saúde emocional de pacientes e familiares
Receber o diagnóstico de câncer pode desencadear uma série de emoções, como medo, tristeza, raiva e ansiedade. Além dos desafios físicos e das mudanças na rotina, pacientes e familiares precisam lidar com incertezas e adaptações que podem afetar a saúde emocional durante todo o tratamento.
No Piauí, a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) é de 850 novos casos de câncer de mama em 2026. O cenário reforça a importância de discutir não apenas o diagnóstico e o tratamento da doença, mas também o acolhimento psicológico de quem enfrenta essa realidade.
Segundo a doutora em psicologia, especialista em Saúde Mental e professora da Afya Parnaíba, Bruna Saraiva, as reações emocionais diante do diagnóstico são esperadas e não devem ser confundidas com fraqueza. O medo da dor, da possibilidade de retorno da doença e das mudanças na aparência física pode intensificar o sofrimento.
“Essas reações são esperadas e não indicam fraqueza”, explica a professora. Ela recomenda que os pacientes busquem informações confiáveis com a equipe de saúde, expressem seus sentimentos e dividam o tratamento em etapas, concentrando-se no que é possível fazer a cada dia.
O impacto emocional não se limita à pessoa diagnosticada. Familiares e cuidadores podem enfrentar sobrecarga física e emocional, medo da perda, dificuldades financeiras e mudanças na rotina. A tentativa de oferecer apoio sem demonstrar o próprio sofrimento também pode contribuir para o esgotamento.
Para Bruna, dividir as tarefas entre familiares e amigos e preservar momentos de descanso são atitudes importantes. “Sono, alimentação, lazer e momentos de descanso não são egoísmo, são condição para cuidar bem”, destaca.
Acompanhamento psicológico
Ainda conforme Bruna Saraiva, o acompanhamento psicológico, inclusive por meio da psico-oncologia, ajuda pacientes e familiares a elaborar sentimentos, enfrentar mudanças na autoimagem e melhorar a comunicação durante o tratamento. "Esse suporte também pode contribuir para a adesão aos cuidados de saúde e para a prevenção de problemas como depressão e transtornos de ansiedade", completa.
A orientação da profissional é buscar apoio psicológico desde o início do tratamento, sem esperar que o sofrimento se torne intenso. Manter atividades prazerosas dentro das possibilidades, reconhecer pequenas conquistas e procurar ajuda profissional diante de tristeza persistente, isolamento ou exaustão também são medidas importantes para preservar a qualidade de vida.
domingo, 25 de outubro de 2026
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Estudante da Afya cria plataforma de IA para treinamento de habilidades médicas e conquista reconhecimento no COBEM
“E se existisse um ambiente onde eu pudesse simular uma consulta completa, pedir exames, treinar minha comunicação e receber um feedback detalhado da minha conduta?”, pensou o estudante. A pergunta deu origem a uma plataforma de simulação clínica que utiliza Inteligência Artificial (IA) para apoiar o treinamento de habilidades médicas e que foi premiada durante a 64ª edição do Congresso Brasileiro de Educação Médica (Cobem).
Aluno do sexto período de Medicina da Afya Faculdade de Parnaíba, Pedro desenvolveu o projeto sob orientação da professora Tereza Cristina de Carvalho Souza Garcês, coordenadora acadêmica da instituição. A proposta une conhecimentos de tecnologia e Medicina com uma abordagem pedagógica voltada à prática deliberada, permitindo que o estudante treine, erre, receba orientações e tente novamente baseado em competências.
A ferramenta funciona como uma trilha de aprendizagem com diferentes situações clínicas. O estudante interage com um paciente virtual, conduz a consulta, pode solicitar exames e tomar decisões relacionadas ao caso.
Um dos diferenciais está na forma como o paciente virtual reage à condução do atendimento. O avatar apresenta expressões faciais e respostas que acompanham a interação: uma abordagem empática pode provocar uma reação positiva, enquanto uma comunicação inadequada pode fazer o paciente demonstrar medo ou angústia.
A ideia é ter um ambiente além das práticas que o aluno já possui na sua jornada para ir além, para aproximar o treinamento de situações que o futuro médico encontrará na prática, mas em um ambiente no qual ele possa experimentar diferentes condutas sem colocar um paciente real em risco.
Ao final de cada simulação, a plataforma gera um debriefing com informações sobre o desempenho e feedback baseado nas competências esperadas para aquele cenário. Assim, o estudante identifica seus acertos e os pontos que precisa aprimorar e pode refazer o atendimento.
“Essa experiência mostra como podemos colocar a tecnologia a serviço da educação médica, ampliando as possibilidades de treino e tornando a aprendizagem mais interativa e personalizada. É uma forma de preparar nossos estudantes para uma Medicina cada vez mais conectada à inovação, sem perder de vista o cuidado humanizado”, destaca Tereza Garcês.
Tecnologia com propósito pedagógico
Para a professora, o uso da Inteligência Artificial só faz sentido quando está associado a objetivos claros de ensino-aprendizagem. Por isso, a plataforma foi construída a partir das competências que o estudante deve desenvolver em cada situação, como raciocínio clínico, segurança do paciente, comunicação empática e tomada de decisão.
O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa e está em fase de aplicação com alunos voluntários do 3 ao 8 período do curso de medicina.
A iniciativa também contou com o apoio do edital Afycionados por Ciência, da Afya, que contribuiu para transformar a ideia inicial em um projeto de investigação e desenvolvimento.
A próxima etapa é ampliar as trilhas de aprendizagem, criar novos cenários clínicos e desenvolver avatares que representem diferentes perfis. A proposta é utilizar a tecnologia para ampliar as oportunidades de prática na formação médica, mantendo o foco no desenvolvimento de profissionais mais preparados para a realidade do atendimento.






















